É o cúmulo!

Cadê os abastados em sabedoria?

Me digam onde estão os afortunados da economia?

E os grandes intelectuais?

Que tudo sabem

E denotam suas perspetivas nos grandes auditórios?

Mal sabem o fim do hoje

Quem dirá; E do amanhã?

Ora! Estão nos campos egocêntricos

Estão relutantes aos fatos

As matas densas incendiadas

Pastos compactados

Mares demarcados

O manto negro que se prepare

Enquanto o trabalhador

Provedor de sua família

Arem terras infundadas

Plantem

Cultivem

Mas não colham

Boca teem para fecharem

Mas comerem e falarem

Jamais

Mal sabem do fim do hoje

E quem dirá; E do amanhã?

Mas os que hoje são desprezados

Onde suas vidas não valem nada

Aos donos do mundo

Há um dia reservado

Para os que aguardam o Justo

Estes entrarão pela única porta

Se assentarão à mesa junto ao Rei

Comerão e se fartarão

Como sempre digo

Aos desprezados existem urnas

E eletrônicas

Mas verbas

Jamais!

Votem!

J. Nobre

2 comentários sobre “O cúmulo

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