No meio do caminho
Foi onde eu parei
No meio do caminho
Foi onde eu caí
Minhas pernas fraquejaram
E eu até quis desistir
Me banhei nos grandes rios
Mas, a sujeira do mundo estava em mim
Um sorriso lustoso
Mas, uma alma pálida
Sonhos desencorajados
Foram aqueles
Apenas um toque
Como diz a canção
Minha alma resplandeceu
Os céus abriram-se para mim
E minha alma já estava lá
Naquele caminho
Haviam os escolhidos
Eram eles
Os anjos
Uma caneta e um pedaço de papel
Fui deixando meu testamento
Nascera de novo
Mas, em vida, quem já não existia mais aos olhos do mundo
Agora seria ela novo ser
Transformado e igualado a aquilo que era pra ser
Alguém que não sabia perder
Compreende agora
O que não pode ter
Ora, o valor realmente não está na prata e no ouro
No cobre e no bronze
Mas, naquilo que é individual
E que não se pode ver
Tem que nascer de novo
E se nasceu
Precisa morrer outra vez
Para saber o real significado de existir
E do que deve ser

J. Nobre.

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